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26/06/2012Steak Tartar do restaurante La Casserole
Sabem aqueles restaurantes em que você pode sentar no balcão, tomar vários drinques clássicos e ainda bater um papo com o barman?
Sabem aqueles restaurantes cuja ‘carta de vinhos’ é o próprio sommelier e que, além da nacionalidade e preço, o sommelier te dá uma aula de vinhos?
Sabem aqueles restaurantes que vocês buscam para levar a namorada em uma ocasião especial? Mas realmente tem que ser uma ocasião especial, porque se você passar a imagem de que aquilo é o seu ‘padrão’, vai ser complicado para você manter o nível! A não ser, obviamente, que você possa manter o nível!
Então, o restaurante La Casserole, aberto em 1954, consegue reunir tudo isso além de uma bela vista do tradicional Mercado das Flores no Largo do Arouche. Tendo seus pratos clássicos e contemporâneos criados pelo chef Antônio Jerônimo da Silva, na casa há 40 anos, e pelo chef Eri Gomes, você pode desfrutar de pratos bem servidos com uma qualidade impecavelmente francesa.
Se vocês forem ‘sem miséria’, sugiro que aproveitem o balcão e bebam bons drinques na companhia das fatias de salmão e/ou presunto defumados, ambos com as peças inteiras à vista logo na entrada do restaurante. O balcão também oferece amendoins, acredito que como cortesia. Obviamente que se vocês forem sem miséria, aproveitem tudo que sua conta bancária permitir.
No vídeo abaixo você pode ver como foi feito o Steak Tartar do restaurante La Casserole.
Risoto de Pinhão
Me sinto uma pessoa muito viva quando recebo alguns presentes em casa… e dessa vez me senti mais vivo do que nunca ao receber do Senac praticamente um kit quase que pronto para fazer a receita do Risoto de Pinhão. Recebi uma cocotte da Le Creuset (admito que não tinha a menor idéia do que era uma cocotte até recebê-la), o arroz arbóreo e o pinhão já em conserva! Além, obviamente que veio a receita do risoto também! Era um convite para me meter na cozinha com os demais ingredientes e colocar a mão na massa para preparar esse delicioso prato!
O risoto em si caiu na graça do povo com a popularização do arroz arbóreo e hoje em dia qualquer pessoa consegue fazer um risoto. Adiciono aqui um ensinamento que se aplica em muitas situações da vida e que aprendi com um amigo: “Fazer é fácil. Fazer certo é que é difícil”. Como arroz/risoto não é meu forte, pedi ajuda ao Cabeção, amigo que tem mais experiência no assunto e que, inclusive, fez algumas modificações na receitas que o Senac enviou. Todos adoraram a receita!
Um presente tão especial para uma receita tão curiosa me fez aguardar uma ocasião também especial para poder realizá-la: estar entre pessoas que gosto e me sinto muito bem perto para poder compartilhar essa experiência! Aliás, minhas últimas experiências gastronômicas têm sido repleta de pessoas muito fodas por perto cujo resultado não é apenas um prato gostoso, mas com certeza momentos felizes que serão lembrados eternamente.
Façam o mesmo: convidem seus confrades e cozinhem! Se divirtam na cozinha! Dêem risadas! Sejam felizes!
Steak Tartar do Bar do Giba e uma dica pra fazer picanha fatiada na chapa
Quem visita o blog sabe que uma das poucas coisas que NÃO faço é jabá, ainda mais de graça, porém, dada a escassez de posts e à relativa qualidade do que vou postar, resolvi me sujeitar a isso. Repito que não ganhei um centavo sequer para publicar o vídeo, muito pelo contrário, gastei dinheiro (dinheiro mesmo, visto que eles não aceitam cartões nem de débito e nem de crédito), e muito, porque o Bar do Giba é um bar relativamente caro mas que me surpreendeu por 2 motivos e já lhes explico.
O primeiro motivo é o seguinte: fomos no bar em um famigerado sábado à tarde e, dentre um drique e outro, resolvemos pedir o prato que a capital paulista imortalizou: picanha fatiada na chapa! A chapa veio quente e a picanha fatiada. Enquanto colocávamos as fatias na chapa, percebíamos que a mesma estava grudando na chapa… talvez por ignorância nossa, talvez por forças sobrenaturais. Enfim, fato é que, em determinado momento o Giba (sim, o dono do bar) passou pela nossa mesa a presenciou nossa dificuldade. Vendo a humilhante situação pela qual passávamos, não hesitou em retirar a picanha da nossa mesa e trazer outra. Além disso, nos ensinou uma pequena tática para fazer a picanha fatiada na chapa corretamente: inicialmente você deve colocar algumas fatias juntas de forma que a gordura fique em contato com a chapa. Esse processo fará com que a gordura solte um líquido e esse líquido ajudará para que a picanha não grude na chapa. Dado o péssimo atendimento de grande parte dos estabelecimentos paulistas e que já havíamos consumido mais da metade da nossa ‘primeira’ picanha, o fato do Giba trocar, por vontade própria, a picanha, foi motivo de alegria na mesa.
O segundo fato que me surpreendeu, e é esse o motivo do post, é que é o próprio Giba quem faz o Steak Tartar na mesa dos clientes. O Mesa Pra 1 já publicou uma receita de Steak Tartar que você pode conferir aqui: Steak Tartar do Olivier Anquier – em 2 minutos e meio!. Então, espero que vocês utilizem a receita do steak tartar que apresento e que utilizem a forma do Giba para misturar os ingredientes! Observem a paciência e o carinho com que o Giba trata o Steak Tartar!Espero que gostem!
Hot Pot ou Fondue chinês – uma experiência única e muito boa!
Meses atrás tive a oportunidade de ir pra China e conhecer um pouco desse país que, de tanta coisa diferente, pode ser considerado um planeta diferente! Me aventurei e comi muitas coisas por lá: carne de cachorro, carne de tartaruga, váááárias formas de comer pato e conheci o hot pot, uma espécie de fondue chinês.
Basicamente, o hot pot consiste em uma panela, com uma divisória no meio, separando o molho apimentado do molho tradicional, em que você cozinha seus alimentos e, assim que estiverem cozidos, você os tempera em seu próprio molho! Na experiência que vivi, a mesa tinha 2 dessas panelas e cada pessoa montava seu próprio tempero. O tempero é composto de infinitos produtos, tais como: salsinha, cebolinha, molhos diferentes, alho, molho de soja, vinagre (preto), coentro, óleo de gergelim, pimenta, manteiga de amendoim, wasabi, molho barbecue, etc… O interessante disso é que como cada pessoa monta seu próprio molho com a quantidade que desejar de cada ingrediente, cada um tem um sabor diferente da comida! Compartilhar os temperos não é raro!
Normalmente o que é cozido na panela consiste em: legumes, verduras, cogumelos, raízes, ovos, tofu, peixes, frutos do mar, caranguejos, bolinhas de carne de carne (peixe, porco, vaca e carneiro), camarões, lulas, lagostim, carangueijo, kani, macarrõezinhos, bifum, etc… A variedade é muito grande!
O interessante do Hot Pot é que além de você comer enquanto cozinha, a interação entre todos da mesa é muito grande, o tempo passa e todos se divertem… No video abaixo, vocês poderão ver claramente como funciona o Hot Pot, ou o fonduê francês!
Inclusive um show do garçom ao esticar uma massa para colocar na panela.
Bisteca Fiorentina com Marcos Bassi e Dario Cecchini
Um dos assuntos mais discutidos na semana passada, durante a Semana Mesa SP, foi a vinda do açougueiro e chef italiano Dario Cecchini, especialista no manuseio de carnes, em especial da Bisteca Fiorentina. Nesta ocasião, ele se encontrou com outro especialista em carnes, mas brasileiro, o já conhecido Marcos Bassi. Esse encontro se deu no restaurante Templo da Carne em que, como vocês verão no vídeo abaixo, Dario esbanja carisma e ambos ‘macellai’ trocam presentes: Bassi prepara uma Fraldinha para o Dario enquanto Dario Cecchini nos presenteia com uma autêntica Bisteca alla Fiorentina (prato que também pode ser encontrado no Templo da Carne).
O video é emocionante e é de dar água na boca… goste você de carne ou não!
Receita
- Ingredientes:
- 1 peça de bisteca (cerca de 1,4Kg)
- um belo braseiro
- tempero
- azeite
- Modo de Preparo:
Grelhe a bisteca em brasa muito quente por 5 minutos de cada lado e, após estes 10 minutos, mantenha-na em pé por 15 minutos.
Corte-a em pedaços, retirando o osso ‘T’ inteiro, e tempere com seus temperos preferidos e azeite.
Perceba que o modo de preparo da Bisteca alla Fiorentina descrito aqui é muito básico. Porém, vale ressaltar o que Dario Cecchini e Marcos Bassi afirmaram no vídeo: para que o prato final seja de primeira qualidade, todo o processo deve ser de primeira: desde a criação do boi, o manuseio da carne pelos açougueiros, o transporte da carne e os ingredientes utilizados na preparação.
Marcos Bassi afirmou que os animais utilizados neste festival estavam sendo preparados há mais de 5 meses especialmente para isso e que cerca de 600 animais originaram aproximadamente 2400 peças de bisteca.
Sinceramente, me senti horado em participar desse jantar em família… digo em família pois esse foi o ambiente proporcionado por todos!
Não deixe de visitar o site do ‘açougue’ de Dario Cecchini, Antica Macelleria Cecchini e o local onde Marcos Bassi apresenta suas maravilhas da carne, o site do Marcos Bassi.
Aliás, visite o canal do Marcos Bassi no Youtube, são incríveis… é de fazer qualquer vegetariano salivar de vontade, não só pela comida em si, mas pelo prazer com que Bassi transmite seu conhecimento para nós!
Um porquinho refrescante… e diferente!
Como carne. Logo, sou feliz!
Enquanto aqueles que não têm o que fazer ficam esbravejando para os 4 cantos do mundo os benefícios de não se comer carnes e só comer aqueles isopores com saber de arroz integral e/ou abobrinha, eu faço, na minha própria casa uma bisteca suína com tangerina grelhada e uma saladinha ultré-básica de alface com queijo gorgonzola. Um prato refrescantemente surpreendente!
Sinceramente, passei no supermercado com a intenção de comprar apenas coisas que gostava e gastar pouco. Aproveitei e ousei: comprei tangerina pra grelhar com a bisteca: ponto pra mim. Tiro certo! E além de ousar, vou abusar: eu duvido que alguém não goste desse prato! Se você não gostar, nobre, me desculpe, mas queira se dirigir à guilhotina mais próxima, pois você não é digno dessa vida. Todos vão concordar comigo: bisteca suína é bom! Tangerina é boa! Queijo gorgonzola é queijo… então é bom! E alface… bom… alface é verde! Embeleza o prato pelo menos.
Olhete com crosta de fideos
Feito o ceviche de melancia (obviamente que vocês o farão no mesmo momento em que prepararão este prato), vamos agora para a continuação da crucificação do chef Flavio Miyamura, do restaurante Eñe. Nesta segunda parte da receita teremos o peixe olhete com crosta de fideos.
Lembram da facilidade que foi fazer o ceviche de melancia? Esqueçam-na! Esqueçam-na completamente! Ela se foi! She`s gone! E nunca mais voltará! Infelizmente, pois eu adoro a dona facilidade!
Enfim… cliquem no leia mais. Vale realmente a pena!
Filet, filetes, filé ou filés, todos de frango e muito bem recheados
Quando vocês lêem ou ouvem a palavra ‘recheio’, uma coisa é fato: todos pensam em algo muito gostoso, saboroso, muitas vezes gordo. É raro algo que seja recheado não ser bom, seja doces, bolachas ou salgados…
Esta receita de filet de frango recheado é relativamente fácil e vai te proporcionar fazer aquele caldo de carne de panela, aquele mesmo caldo que fica muito bom com arroz ou dentro de um pão mesmo, aquele caldinho molhadinho, com um pouco do sabor de tudo que está na panela, isso… esse caldinho mesmo que vocês estão imaginando!
Cortes suínos temperados para 1 pessoa
Vocês sabem como é árdua a busca por produtos voltados para os solteiros ou pessoas que moram sozinhas, porém a felicidade quando achamos um produto que se enquadra nesta categoria a felicidade é proporcional!
Vagabundeando pelo supermercado em busca de inspiração para cozinhar, descobri esta linha de produtos temperados e prontos para cozinhar no forno! Além disso, o modo de fazer o lombo suíno está na própria embalagem do produto!
O vídeo demonstra claramente a facilidade de cozinhar este corte, não me pergunte qual, talvez um lombo suíno temperado. Consideraremos como um lombo e pronto.
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Suflê, sem farinha, de alho poró e queijo gruyere
A idéia de fazer um suflê surgiu quando pesquisava receitas que, sempre que lia um cardápio, achava que eram difíceis de serem realizadas. Antes de ir para casa, procurei algumas receitas e percebi que fazer um suflê é muito mais fácil do que imaginava!
O segundo mito que caiu nesta receita é que suflê precisa, necessariamente, de farinha, ou seja, esta é uma receita sem glúten. Pode ser até que precise, mas posso afirmar, e vocês verão, que eu fiz um suflê sem usar 1 grama de farinha (mesmo que todas as receitas na internet apresentem a farinha como um ingrediente).
Ainda, esta receita de suflê de alho poró e queijo gruyere é muito boa para as pessoas que estão fazendo a dieta das proteínas ou a dieta Atkins, pois, como não tem farinha, não agride, sua alimentação, sendo que você pode ainda, alterar o tipo do queijo, como por exemplo o parmesão.
Depois que vocês entenderem a base da receita do suflê, perceberão que os ingredientes podem ser, facilmente substituídos ou agregados: retire o alho poró e adicione palmitos picados (obviamente que vocês não deixarão o palmito reforgar tanto tempo), tomates picados, ricota, espinafre, etc…
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